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Saber distinguir os tipos de quadros da bike é uma ótima vantagem para otimizar o desempenho no pedal.

Uma galera costuma dizer que a peça é a “alma da bike” – com total razão, pois quanto mais tiver o equilíbrio entre firmeza e leveza, mais fácil será passar por trechos complicados.

Para entender melhor sobre o assunto, a The Bike Culture separou os principais tipos de materiais utilizados na fabricação da peça.

Veja a seguir:

Quadros da bike

#1 – Aço

Para começar, falaremos sobre o aço. De modo geral, esse material é considerado “ultrapassado” quando comparado aos outros disponíveis no mercado. Contudo, muitos fatores precisam ser levados em conta!

Estamos falando de uma liga constituída por carbono e ferro. Quanto mais carbono possuir, mais resistência e dureza terá! E em contrapartida, perde flexibilidade e ganha fragilidade.

Não parece um bom negócio, não é?! Mas é por isso que geralmente as ligas precisam possuir outros elementos importantes, como o magnésio, níquel, cromo, nióbio, molibdênio e afins.

Nesse sentido, os dois tipos de aço mais utilizados na indústria de bicicletas são:

– Cromoly ou CroMo: material presente nas magrelas um pouco mais sofisticadas. Além disso, essa composição também é encontrada nos veículos para competições automotivas e algumas aplicações aeronáuticas.

– HiTen: diferentemente do Cromoly, é comum nas bicicletas mais baratas, encontradas facilmente nas lojas de departamento, oferecendo um bom equilíbrio entre peso e resistência.

#2 – Fibra de Carbono

A fibra de carbono é bastante indicada para competições. Inclusive, é um material que migrou das corridas de Fórmula 1.

É mega resistente e leve! Entretanto, como tudo tem seus prós e contras… é salgado para o bolso, com uma explicação óbvia: o material é altamente tecnológico, ideal para quem deseja arrebentar no desempenho com um peso mínimo.

#3 – Titânio

O titânio é tão forte quanto o aço, possui peso baixo e excelente resistência. É um metal nobre que se destaca dos concorrentes: sua capacidade de evitar corrosões garante uma boa pedalada em dias de chuva, terrenos com lama, areia de praia, etc.

Porém, assim como a fibra de carbono, esse material é bem caro – fator que o torna inacessível para muitos ciclistas.

Ademais, para completar as razões de “exclusividade” da peça, é importante frisar que hoje, poucas são as empresas que fabricam quadros de titânio. Fora isso, existem os profissionais denominados frame builders, que produzem sob encomenda.

#4 – Alumínio

Por último, mas jamais menos importante, vem o alumínio. Dentre as opções que mencionamos, sem dúvidas, é o material mais popular na fabricação de quadros.

Composto por aço e alguns outros metais, suas vantagens são spanersas – como por exemplo o baixo índice de oxidação, resistência à torção e custo acessível. E o mais interessante é que o peso se mantém baixo até mesmo em bikes mais básicas.

Indicado para viagens, trilhas, estradas e tudo o que envolver pedais sem enormes exigências de desempenho.

O mercado tem materiais para todos os gostos…

Fala sério, hoje é muito mais simples escolher componentes para sua magrela do que antigamente, né?!

Além das opções, podemos contar com orientações práticas na internet (como as encontradas neste post, claro).

Em suma, concluímos que a escolha do material ideal para o quadro da bike dependerá totalmente da necessidade do ciclista. Se o pedal for urbano, mais tranquilo e não necessitar de toda a pressão para um alto desempenho, vale a pena ficar entre as opções de aço/alumínio.

Agora, se o objetivo é o oposto, vale a pena investir nos materiais mais nobres.

Está à procura de produtos de qualidade para ciclismo? A TBC é o lugar certo!

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